Árvores Genealógicas
Árvore Genealógica é o estudo da ascendência e relações familiares, Para montar a árvore genealógica de uma família é necessário que se faça uma pesquisa apurada em documentos cartoriais e paroquiais para se descobrir os nomes dos antepassados, quando nasceram, casaram e faleceram, e de onde vieram. A partir desses nomes é que se pode montar e desenhar a árvore genealógica
Fazer uma árvore genealógica é uma tarefa tão complicada quanto apaixonante e, diria até, viciante. Isto acontece por várias razões: somente no século XIX o registro de sobrenome tornou-se prática na Europa., Na Europa da Idade média não se costumava utilizar um mesmo nome para identificar linhagens familiares. A identificação individual era dada por factos relevantes da vida de uma pessoa, local de nascimento ou moradia, características ligadas à sua profissão ou mesmo características físicas.
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DICAS PARA PESQUISA
A genealogia é a ciência que estuda a origem, as raízes de nossos antepassados que, no conjunto, vieram a formar a nossa geração. Através dela, além de reverenciar os que nos procederam, identificamos nossa etnia. A genealogia possibilita identificar os membros de uma família desde o passado até o presente. A Objectivo é descobrir e preservar a história da família através de um registro permanente e preciso. Ao dar os primeiros passos na sua pesquisa, deverá observar alguns procedimentos básicos para o bom desempenho de seu trabalho.
1) Reunir toda a documentação disponível sobre seus familiares: certidões de nascimento, casamento e óbito, carteiras de identidade, de trabalho, passaportes, documentos de naturalização, títulos de eleitor, certificados, inventários, etc.
2) Compor um banco de dados onde constem: nome completo, datas e locais de nascimento, casamento, falecimento e sepultamento
3) Fazer um levantamento dos dados que faltam em relação a cada indivíduo e, se for o caso, estimar as datas dos principais eventos, indicando hipóteses dos respectivos lugares onde possivelmente ocorreram.
4) Entrevistar parentes e amigos, principalmente os mais idosos, buscando informações transmitidas oralmente (use um gravador), a fim de preencher as lacunas mencionadas no item três.
5) Pesquisar em cartórios de registros civis e arquivos paroquiais, levando-se em conta as localidades e épocas reais ou hipotéticas. Outros locais de pesquisa são as igrejas, arquivos e bibliotecas públicas e institutos históricos. Não se esqueça de uma visita ao cemitério. Os livros de sepultamento e as lápides por vezes trazem informações valiosíssimas. Consultar os jornais da época e livros de autores que tratam da história e genealogia locais das cidades onde residiram os seus antepassados.
lAém das fontes de consulta já mencionadas, quem quiser pesquisar suas origens deverá procurar:
- listas de passageiros de embarcações
- processos de habilitação para títulos de nobreza;
- arquivos militares;
- registros de solicitações ou concessões de passaportes;
- listas de eleitores;
- documentos com dados sobre os contribuintes do Erário
- actos publicados na imprensa oficial, cuja leitura nos fornece dados importantes sobre alguns parentes, principalmente os que exerceram cargos públicos;
- registros policiais;
- processos de inquisição;
- registros de grupos familiares
- cadastros clericais, com informações sobre os membros do clero (há, ainda, os processos De Genere et De Moribus, já referidos neste Capítulo, com dados sobre os antepassados dos sacerdotes católicos);
- registros escolares, principalmente os constantes dos arquivos das universidades;
- os banhos ou proclamas de casamentos, justificações de solteiro, de batismo e de casamento e processos de desquite, geralmente arquivados nas Cúrias Diocesanas.
"Sem pesquisa genealógica não é possível encontrar a história da família".
Boa Pesquisa!
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